Para nós a visita da Guerrilla Travolaka (Barcelona) supóm um sonho feito realidade, desde que as conhecimos sempre tivemos na cabeça convidá-los… e por fim estarám aqui!!!!
A Guerrilla Travolaka é um dos grupos do movimento transgênero e
transsexual mais inovadores do panorama actual. As sua proposta política e
vital qüestiona radicalmente a biologia e a psiquiatria, propondo umha
autonomia radical frente á ingerência do Estado e da moral médica na
construçom das identidades trans.
Para as maribolheras as Travolakas som umha auténtica revoluçom que nom
podes perder!!!
A originalidade e potencialidade dos discursos e práticas políticas da
Guerrilla Travolaka abrem umha perspectiva radicalmente nova, nom só no
movimento transsexual e transgênero, mas também nos movimentos feministas,
nos de libertaçom sexual e, por extenssom, no conjunto do movimento.
Nom podes perder este dia, nom vai ser umha charla mais! Este é um evento
aberto. Invita a quem consideres…
SÁBADO 4 DE ABRIL conceitos clave:trans-identidades,anti-psiquiatria,pós-feminismo, autonomia do corpo,livre circulaçom de hormonas, eufória de gênero
Casa das Atochas:
Jantador vegano coa Guerrilla Travolaka 14.30
VideoForum: HOTEL GONDOLÍN: Documentário centro social autogerido por
travestis e transgênero 16:30
Galeria Sargadelos:
Palestra-debate: A LUITA TRANS: ESTRATÉGIAS, OBJECTIVOS E REFLEXONS 19:00
A manifestaçom, que saiu do LSO Casa das Atochas, percorreu as ruas do centro da cidade para denunciar a especulaçom urbanística brutal que vive o bairro de Monte Alto e que se estende a toda a cidade e para reivindicar a okupaçom como umha ferramenta de mudança social, política e cultural.
SÁBADO 4 DE ABRIL
JORNADA TRANS coa GUERRILLA TRAVOLAKA
Invitados polas maribolhis, o sábado 4 de abril estarám em Corunha a Guerrilla Travolaka (Barcelona) um dos grupos activistas mais potentes do panorama internacional queer, feminista e transgênero.
A originalidade e potencialidade dos discursos e práticas políticas da Guerrilla Travolaka abrem umha perspectiva radicalmente nova, nom só no movimento transsexual e transgênero, mas também nos movimentos feministas, nos de libertaçom sexual e, por extenssom, no conjunto do movimento.
Casa das Atochas: Jantador vegano coa Guerrilla Travolaka14.30 VideoForum: HOTEL GONDOLÍN: Documentáriocentro social autogerido por travestis e transgênero16:30 Galeria Sargadelos: Palestra-debate: A LUITA TRANS:ESTRATÉGIAS, OBJECTIVOS E REFLEXONS19:00 Ceia TRANSMARIBOLHERA na Nena Pepita22:30
Nem homens, nem mulheres. Nem disfóricos, nem transtornados, nem transsexuais. Simplesmente somos guerrilheiros ou guerrilheiras segundo o momento. Piratas do gênero, procuradores de tesouros. Somos Trans-resistentes, Trans-guerrilheiros, Trans-cidadáns, Travolakas, Drag-Kings e Drag Queens. Dissidentes do Heteropatriarcado
(Guerrilla Travolaka)
“Hay que tener cuidado con las caras nuevas y extranjeras”
La Opinión, 6 de março de 2006 (Antonio Amor)
As maribolheras adicamos esta ranchera a Antonio Amor, presidente da Ârea Comercial Obelisco, que anima aos comerciantes a ‘desconfiar das caras de estrangeiros’. Adicada também ao resto de cucarachas, aos reponsáveis dos jornais que relacionam migraçom com delinqüência, aos guardiáns dos CIES, à SGAE, aos polícias que se adicam a perseguir aos senegaleses na Rua Real e aos responsáveis políticos que lhes dam as ordens. Adicada também a todos os que calam e nom actuam ante este novo brote racista na Corunha.
Despenalizaçom do Top Manta já! Nom mais manteiros pressos ou deportados!
As maribolhis apoiamos a mobilizaçom de MNG este 14 de março em Compostela:
Todas as sociedades estam atravessadas por estruturas patriarcais mais ou menos evidentes que, de múltiplas formas , discriminam, excluem ou infringem violência sobre as mulheres. Os movimentos feministas levamos muitos anos desafiando o patriarcado e muitas das nossas vitórias fazem hoje parte do nosso dia a dia. Mas, porém, afirmamos a necessidade de seguir abrindo espaços de luita feminista: antipatriarcais, anticapitalistas, de liberdade, contra a violência, de independência,…
Unamo-nos na rebeldía, pratiquemo-la desafiando o patriarcado.
Mulheres Nacionalistas Galegas animamos-vos a participar o sábado dia 14 de março na praça do Toural de Compostela a partires das 18:00 h. até as 20:00 h. numha açom lúdica-reivindicativa, denunciando a invisibilizaçom e a violência institucional cara as mulheres.
Com esta açom queremos expresar dumha maneira activa a exigência da apertura inmediata da Casa de Acolhida de Compostela (fechada desde o ano 2.007).
Agardamos-vos,… http://feminismo.org/
8 de março 2009
AS maribolheras participamos este 8 de março no contexto da Rede de Direitos sociais, no eixo do gênero, exigindo direitos laborais para as trabalhadoras do fogar, participamos junto as mulheres de nomepisesofreghao, Acsur, representante de Caritas e mulheres da Marcha, durante esta semana levarom-se várias acçons à rúa e o 8 de março estivemos apoiando a concentraçom da corunha convocada pola Marcha Mundial das Mulheres.
Está claro que hay vidas que no valen nada. Que no importan a nadie. Esta claro que el dolor, el sufrimiento y la muerte no son conceptos universales que afecten a toda la humanidad. Hay jerarquías claras y la vida de un maricon, de una bollera, de un transexual o de una trabajadora sexual no vale nada. A nadie le importa.
A Jacobo le entro pánico cuando, tras muchos cubatas de whisky y gramos de cocaína, se le insinuaron para mantener relaciones sexuales, homosexuales. Su hombría en entredicho. Su virilidad cuestionada. Toda su esencia a punto de desaparecer tras la tamaña agresión de ser objeto un deseo que el no compartía.
Como iba a permitir Jacobo, esa mano que al acariciar su pierna le privaba de toda su dignidad de macho de pro. Como iba a permitir Jacobo, que esos ojos que le miraban con deseo le inocularan un veneno capaz de diluir su testosterona y difuminar su hombría. Que tremenda osadía simplemente el plantear su accesibilidad a una forma de placer. Que miedo. Que pánico. Que horror. Tenia que defenderse. Tenía que acabar con eso para siempre, por eso no fue una, ni fueron dos, fueron 57 puñaladas las que debían garantizar su integridad viril, su estatus de macho impenetrable, al deseo, a la razón.
Las puñaladas fueron certeras, no en vano el puñal había sido afilado por los mejores vaciadores: la iglesia católica y el islam con su mensaje de odio, jueces acostumbrados a anteponer sus creencias a las leyes, deportistas dispuestos a demostrar que la sangre que llena sus músculos no llega a su cerebro, profesores y maestras acostumbrados a mirar a otro lado cuando el bulling homofóbico llena sus patios y aulas, padres y madres empeñados en dirigir los deseos de su prole, políticos dispuestos a meterse en las talamos para decidir con quien y como hacerlo, y si no es así conculcar derechos; escritores y plumillas detentadores del saber tradicional, ese que no conoce empatía. Cada puñalada se afilaba con la firma de un macho detentador del poder, o de sus hembras sumisas incapaces de ver que ese mismo puñal puede volverse en cualquier momento contra ellas.
Pudieron ser muchas menos, hubieran bastado dos o tres para salir airoso del paso; pero fueron 57. 25 y 32. Cada puñalada se convertía en una medalla en su uniforme guerrero, en una nueva pieza en su potente armadura viril, en una garantía de su integridad de macho.
Después vino el fuego. La inquisición enseñó, muy bien, como acabar de forma total con el pecado. No debía quedar nada que supusiera una sospecha sobre los sanísimos deseos heterosexuales, naturales, de toda la vida de Jacobo. Además, Jacobo, contaba con el beneplácito social: se porto como un hombre, se porto como un machote, y como tal se le ha tratado. Defender la hombría no es delito, es un acto de exaltación del macho, el que con 52 puñaladas construye su integridad viril. Jacobo actuó en defensa propia y los 52 agujeros en cuerpos inertes son el argumento más infalible de su enorme calidad humana. Esa de la que Jacobo y los que le juzgaron son sanos detentadores.
Sejo Carrascosa
Queremos agradezer no blogue o apoio de multidom de colectivos feministas que participarom dumha forma moi activa nas concetraçons do 7 de março, e que para variar forom invisibilizados polos distintos meios de comunicaçom: obrigadas as mulheres de: Mulheres Nacionalistas Galegas, Lerchas, Nomepisesofreghao, Mulheres transgredindo,D-Generadas, Hetaira, etc e tamén a título pessoal a Empar Pineda, Beatriz Preciado, Fefa Vila ou Mª José Belbel por terem mostrado o seu apoio a estes actos. NA LUITA CONTRA O HETEROPATRIARCADO TODAS UNIDAS!!!!
as nossas compas da Xarxa-Rede contra a Homofobia mil beijos e obrigadas por facerdes deste dia umha luita global: Colectiu Gai de Barcelona, EHGAM , Guerrilla Travolaka, La Acera del Frente, Stonewall, FAGC…etc
+ video em : GZvideos
+ fotos da concetraçom em: fotograccion e no flickr do moncho
Detrás da parada do autocarro, nos váteres públicos
hai rastos dum assasinato, no cham, aos teus pés
misturadas com mejos e cerveja hai manchas de sangue
do rapaz ao que lhe patearom a cabeça hai umha ou duas noites
homofobia, a pior enfermidade
nom podes gostar de quem queiras gostar em tempos como estes
homofobia, a pior enfermidade
Em pubs, clubs e burgers, onde alimentam aos porcos
alcool, testosterona, ignorância e punhos
bandas de animais à caça, vagam pola cidade
encontram umha vítima fázil
e aplastam-na
homofobia (idem)
A sereia da ambulância, a indiferença dos madeiros
O xiz para marcar a silueta do corpo do rapaz assasinado
Tem cuidado coa Santa Trinidade: a Igreja, o Estado e a Lei
Ante cada morte o vírus fai-se mais potente que antes.
homofobia (idem)
E desde maribolheras engadimos que a homofobia nom tem por quê estar em quem encarna em si próprio a virilidade machita: está em toda a sociedade, está no júri popular de Vigo que promulgou a sentença.