Arquivo para Julho, 2008

todas somos transsexuais!

Domingo, Julho 27th, 2008

Hoje luns, perto dumha centena de pessoas concentramo-nos no Obelisco para exigir o esclarecimento da morte de Rosa Pazos e para berrar, bem alto, que já abonda de transfobia, de transfobia institucional, de transfobia policial, de transfobia mediática e de transfobia social. Estamos fartas dumhas práticas e umhas políticas de gênero absolutamente normativas, que causam exclussom, ódio e e violência sobre as pessoas que nom nos adeqüamos a elas.




Na concentraçom cenificou-se umha ‘morrida’ colectiva para lembrar a Rosa, mas também a Gisberta, a Luna, a Sonia, a Maro…e a tantas outras. Porque a transfobia, mata. Segue matando, e nom parece importar-lhe a ninguém.


A concentraçom converteu-se ao final em manifestaçom-encartelada, percorrendo a Rua Real, onde se informou das convocatórias previstas para outubro; onde desde o movimento trans (e as suas e os seus amigos) reivindicaremos a imediata despatologizaçom da transsexualidade, o fim da tutelagem psiquiátrica e a eliminaçom do diagnóstico de ‘disfória de gênero’.

ELES DIM QUE TEMOS DISFÓRIA
NÓS DIZEMOS QUE TEMOS EUFÓRIA!

Queremos agradecer a participaçom de toda a gente que assistiu à convocatória lançada inicialmente por Maribolheras, Nomepisesofreghao e Atreu, especialmente às companheiras de ALAS, que vinherom expressamente desde Lugo, ou as gentes de Própolis e a Casa das Atochas. Somos potência em rede. Somos movimento.

+ fotos em http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16563.shtml

na prensa: http://www.elidealgallego.com/hoy/coruna/coruna13.html

Bilbo:

Donosti

Gasteiz

Madrid

Sevilla

Zaragoza

concentraçons simultâneas contra a transfobia e polo esclarecimento da morte da activista transsexual Rosa Pazos

Terça-feira, Julho 22nd, 2008

Rosa pazos

Com mais raiva que nunca, este luns 28 de julho
concentraçom/encartelada em Corunha
21′00 horas no Obelisco

Também haverá concentraçom em Compostela
20′00 horas na Praça do Toural

A passada sexta-feira 11 de julho, Rosa pazos, activista transsexual de 47 anos, foi encontrada morta no seu domicílio de Sevilha. Trás submeter o corpo à correspondente autópsia, o Instituto Anatómico Forense, emitiu um informe no qual se espressava que Rosa fora vítima de apunhalamento, os grupos e colectivos asinantes deste manifesto exigimos com carácter de urgência:

1) O esclarecimento dos factos que arrodeam a morte de Rosa pazos coa maior brevidade, co fim de evitar difamaçons sobre as causas associadas à sua morte assi como acrescentar a dor que ja de por si supóm para familiares, amigas/os e companheiras/os de Rosa.

2) A implicaçom do Fiscal Geral do Estado
, sr. Cándido Conde Pumpido co fim de exigir e agilizar os esclarecimento dos citados factos.

3) O tratamento do processo baixo as condiçons de máximo respeito à dignidade da falecida e de quem a rodeia, tanto por parte das instáncias policiais e judiciais involucradas no processo como polos meios de comunicaçom, cujo labor informativo sobre o caso de Rosa até o momento resultou extremdamente ofensivo e transfóbico, tal e como se vem denunciando desde o conhecimento da notícia. O respeito à identidade de Rosa e à intimidade da sua pessoa descarta o sensacionalismo dos meios de comunicaçom e o talante discriminatório com o que até a data se tem abordado a notícia.

Ao mesmo tempo denunciamos a enorme transfobia que rodeou a vida de Rosa, assi como o facto de que se lhe negara o seu direito à mudança de documentaçom e acceso à cirugia devido a que o sistema de saúde entende que umha pessoa com um diagnóstico de esquizofrénia ou qualquer outra ‘enfermidade mental’ nom pode decidir sobre o seu próprio corpo ou a sua identidade de gênero. Essa era a denúncia de Rosa e sem dúvida também a nossa.

As transfobias cotiás que se encontram nas ruas, nas leis, nos meios de comunicaçom, etc, som as que impedem a muitas pessoas acceder aos direitos básicos como o acceso ao mundo laboral, o respeito à própria identidade e o direito à autodeterminaçom do próprio corpo longe da tutela psiquiátrica.

Exigimos que a Administraçom pública asuma a sua responsabilidade e trabalhe para a integraçom laboral e social das pessoas trans. Exigimos um trabalho sério, à altura da gravidade e a importância da situaçom: nom queremos mais parches, cremos firmemente que a maneira de acavar com este tipo de situaçons é trabalhar directamente desde a raiz do problema e fazé-lo sem excussas. Nom é umha proposta séria e conseqüente aquela que aprova umha ‘lei de identidade de gênero’ para evitar a discriminaçom e ao mesmo tempo trata de enfermas a quem manifestam umha identidade de gênero diferente à maioritária. Diferente, nom por isto patológica. Reivindicamos que se trabalhe para
deconstruir os estereotipos que associam a identidade trans co estrano, o mostroso e o perverso, por destruir todas esas mensagens que geram ódio e convertem-nos em marginados e marginadas sociais.

Denunciamos mais umha vez a extrema vulnerabilidade do nosso colectivo e a mais qua alarmante freqüência coa que nos atopamos casos de pessoas trans mortas em estranas circunstâncias.

Reivindicamos, mais umha vez, que a luita contra a transfobia é umha luita de todas e todos, é um compromisso de quem queremos construir umha sociedade distinta. Que a única maneira de acavar com estas discriminaçons e violências que se visibilizam nas ruas das nossas cidades, nos despidos, na exclussom, nas agressons verbais e físicas é identificá-las no nosso entorno mais próximo e denunciá-las em todo momento. Porque ainda que desde os movimentos sociais luitemos para acavar coa transfobia, a verdadeira luita está nas nossas ruas, nos nossos bairros, nas nossas escadas, onde cada dia se vive a violência.

Por todo isto, os grupos abaixo asinantes convocamos a todas as pessoas para o próximo luns 28 de julho para acodir às concentraçons que terám lugar nas diversas cidades co fim de exigir umha investigaçom transparente e de rigor e o cesamento da transfobia que veu acompanhando o tratamento do caso da morte de Rosa Pazos.

Lembramos que os grupos de Barcelona, Bilbo, Donostia, Galiza, Madrid e Zaragoza aqui asinantes realizamos ja um labor de observaçom sobre a evoluçom juducual e mediática do caso com o objecto de denunciar qualquer tipo de injerência ou vulneraçom que por acçom ou omissom poda ter lugar durante o processo. Assi mesmo, denunciaremos polos cauces formais pertinentes qualquer tipo de acto que atente contra a dignidade da falecida e em particular aqueles de natureça antidiscriminatória dirigidos contra o respeito à identidade de gênero.

Barcelona-Bilbo-Compostela-Corunha-Donostia-Gastéiz-Lugo-Madrid-Porto-Lisboa-Sevilla-Zaragoza
segunda-feira, 21 de Julho de 2008

Asinam este manifesto:

7menos20, Gastéiz
Acera del Frente, Madrid
ALAS, Lugo
Amasol, Aragón
Asoc. madres y padres de lesbianas, gays, transexuales y bisexuales de Aragón
ATA (Asociación de Transexuales de Andalucía)
ATURUXO (Federaçom de Associaçons LGBT da Galiza)
Centro social Atreu, Galiza
Col·lectiu Gai de Barcelona
Colectivo por las disidencias sexuales y de género
Ehgam, Euskal Herria
Emaize, asesoría sexológica del ayuntamiento de Gasteiz
Énfasis, Gasteiz
Errespetuz-Asociación Vasca de Transexuales (Euskadi)
Stonewall, Aragón
Front d’Alliberament Gai de Catalunya
Gaytasuna, Gastéiz
Gaztehgam, Euskal Herria
Grupo de Respuesta Antipatriarcal, Madrid
Guerrilla Travolaka, Barcelona
Lasde18, Aragón
Liberacción, Madrid
Maribolheras Precárias, Corunha
Mass Medeak, Bilbo
Medeak, Donostia
Nomepisesofreghao (feministas desgeneradas), Galiza
Panteras Rosas Galiza
Panteras Rosas, Portugal
Panteras Rosas, Sevilla
Queer Ekintza, Bilbo
RQTR, Madrid
Towanda, Aragón
TransGaliza

Crónica dos amigos e amigas de Rosa Pazos (a las barricadas):
http://www.alasbarricadas.org/noticias/?q=node/8161

Última hora: continua a vaga de agressons!


À morte de Rosa Pazos temos que engadir a agressom homófoba e racista sofrida por dous jovens o passado 18 de julho à saída dumha discoteca de Donosti (um deles continua hospitalizado). Também, o passado 11 de julho a mulher transsexual Nova recebiu umha brutal malheira quando se atopava numha terraça madrilenha. A agressom começou quando passou um grupo que a increpou: ‘Que miras, travelo?’.

Acavamos de recebir a notícia de que outra mulher, transsexual e imigrante, denunciou ter recebido o 12 de julho outra paliza, insultos racistas, tránsfobos e vejaçons por parte da polícia na Comissaria de Embajadores (Madrid):
http://www.20minutos.es/noticia/401133/0/transexual/policia/embajadores/

Assasinada Rosa Pazos, activista transsexual

Domingo, Julho 20th, 2008
urgente, última hora!

Rosa pazos, de 47 anos, anarquista e activista transsexual foi assasinada a punhaladas no seu domicílio de Sevilha este passado 11 de julho. Rosa protagonizava diariamente um protesto contra a ‘máfia policial’ pola que se sentia perseguida. Rosa sofria também freqüentes agressons físicas e psicológicas de carácter tránsfobo, segundo várias pessoas do seu entorno. Devido à sua transsexualidade, fora rechaçada pola sua família e mesmo foi a causa do despedimento da empressa na que trabalhava.  Devido a que lhe fora diagnosticada umha esquizofrénia, as autoridades médicas negaram-se a facilitar-lhe um processo de reasignaçom de sexo e de mudança na documentaçom, já que a lei actual impede às pessoas com “transtornos mentais” decidir sobre o seu próprio gênero.

Estám-se a preparar acçons conjuntas em várias cidades.
Também na Corunha, estade atentas.

De momento podedes mandar un comentário a estes jornais que sem nengumha ética nem rigor fam-se eco da notícia redactada por EFE, na que a Rosa nega-se-lhe ser mulher até depois de morta

DIARIO PÚBLICO

http://www.publico.es/135587/asesinado/sevilla/transexual/manifestaba/diario/mafia/policial


DIARIO ADN

http://www.adn.es/local/sevilla/20080718/NWS-1229-transexual-asesinado-homicidio-protesta.html

DIARIO EL MUNDO

http://www.elmundo.es/elmundo/2008/07/18/espana/1216389787.html

DIARIO LA RAZÓN

http://www.larazon.es/55343/noticia/Sociedad/Asesinado_un_transexual_que_se_manifestaba_contra_la_%ABMafia_policial%BB



Já abonda de transsexuais assesinadas!
Paremos a transfobia e a sua violência assasina!
Exigimos a imediata despatologizaçom das qüestons trans!

Ander

Sábado, Julho 19th, 2008

Este mês começou em Zenauri (Bizkaia) a rodagem de “Ander”, a primeira longametragem do nosso amigo Roberto Castón. Trata-se, também, do primeiro filme de temática gai rodado em euskera. No reparto também, a nossa cara Mamen Rivera. O filme estrenará-se o próximo 30 de janeiro, como apertura do festival Zinegoak.
Estamos impacientes por vê-la!!!

Para as que nom conhecedes o trabalho de Roberto ai vai um das suas curtas, ‘Maricón’:

alt : http://www.youtube.com/v/T85xzXQhQak&hl=en&fs=1

DOMINGO 13 julho: cinema de bairro em monte alto

Sábado, Julho 12th, 2008

Can Tunis [2007]
Director: Paco Toledo y José González Morandi
Produtor: Pedro Costa
Guión: José González Morandi, Paco Toledo y Antonio Ojeda
Fotografía: Paco Toledo
Música: Los mártires del compás

Ano 2002, nun bairro de Barna os veciños manifestanse contra a expropiacion das súas casas. Dende os anos 80, este bairro en ruinas é o principal mercado de droga da cidade. Alí vive Xuan mailo seu pai, oito irmáns e vinte sobrinos. O bairro vai desaparecer e a familia terá que buscar outro fogar.
Película máis vista do festival Docs Barcelona do ano 2007.
Máis información en:

GENERATECH 2008

Quinta-feira, Julho 10th, 2008
GÉNERO NA FRONTEIRA DIGITAL

os faemos partícipes da invitaçom ao encontro GENERATECH 2008

Hola a todxs!

 Compañerxs, os invitamos a participar el proximo viernes 18 y sabado 19 de
 julio a…
 
Compartir visiones Tecno-Desgeneradas!!!
 A continuar e intensificar colaboraciones tekno.trans.género, a través de
 la crítica código-visual de 3 ejes principales: género,
 migración/fronteras y tecnologias libres. Tranformar fronteras legales,
 morales, fisicas, sexuales y tecnológicas impuestas por el sistema
 heteropatriarcal normativo dominante.
 De cómo podemos afectar a estas fronteras, moverlas, cuestionarlas,
 deshacerlas…
 
Es importante y necesario crear espacios de sensibilización “cruzada”,
 transeccionalidad, gente que trabaja diferentes temas con voluntades
 políticas y activistas similares.
 
Os esperamos
 Salut!!!
 
 
GENERATECH
 :::::::::PROGRAMA.::::::::::::::::::::::::::
 
VIERNES_18_Julio_2008
 18:00h. Apertura, Bienvenida y Presentación de las Jornadas
 
TRANSFORMANDO FRONTERAS ::: CÓDIGOS Y GÉNEROS
 Tecnoactivismo, Transformación social y Trabajo sexual
 18:30h. Presentación de trabajos y debate con:
 – Ningun Lugar
 – Nuria Escudero y Yolanda Pardo
 – Genera
 
ONDAS TRANSITANDO TERRITORIOS Y GÉNEROS
 Redes inalambricas, ondas y fronteras de la Comunicación
 20:00h. Presentación de trabajos y debate con:
 – Radio Paca
 – Okupem les Ones
 – Guifi.net
 
———
 
SABADO 18 de julio
 
TECNOLOGIAS SEMIÓTICO-MATERIALES Y SUBJETIVIDADES TRANSHIBRIDAS
 Sexualidades Transfonterizas
 17:00h. Presentación de trabajos y debate con:
 – Transfronterizo: migración, fronteras/limites, visibilidad, denuncia –
 Carmen Romero Bachiller. Mujeres inmigrantes desde una perspectiva
 articulatoria.
 – Fernando Zarco Hernández: ¿De qué manera se articulan el color de la
 piel y la condición sexo-genérica en las prácticas eróticas entre
 migrantes en la ciudad de Barcelona?
 
FEMINISMOS Y ACTIVISMO TECNOCULTURAL
 Redes femeninas, Producción espontanea & Human interface devices (HID)|
 19:00h. Presentación de trabajos y debate con:
 – Reni Hofmueller: Improvisacion Digital
 – Sara Platon: GenderChangers (Ingles)
 – Nancy Sistero: Bricolage- local and emergent technologies, custom built
 interfaces and the vanity apocalypse. (Ingles)
 
 
+ ACTIVIDADES

 |– Performances
 | Viernes 18 - 22:00h.
 | |– Reni Hofmueller
 | Sabado 19 - 22:00h.
 | `– RestosMortales@NL
 |– Taller Audiovisual FLOSS
 | Sabado 19 - de 12 a 14:00h.
 | `– inscripció
 | ningun_lugar@riereta.net
 `– Djs
 | |– Bzzzbip
 | `– Miss Luna
 |– Fotografias - Pase de Videos
 | `– QuimeraRosa/DonesTech/PostOp
 | HardCode//NingunLugar/AssPirates
 | lallunadecaligula/LaManiako/El Mejillon Colorao
 | Encosianima …+
 |– Sala DesGenerada
 | `– Activismo Corporal
 | Pornoterrorismo
 |– Cenador - Vegetarià/Vegano
 
¿dONDE? HANGAR. Passatge del Marquès de Santa Isabel, 40 Can Ricart
 
///////////////////////////////////////////////////////////////////
 
Si quieres recibir + infos inscribete en nuestra lista de correo
 GeneraTech:
 http://llistes.moviments.net/cgi-bin/mailman/listinfo/generatech
 
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Ningún Lugar
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 un altre món és necessari!
 GNU@linux
 http://ningunlugar.org
 http://generatech.ningunlugar.org/

masculino singular

Terça-feira, Julho 8th, 2008
Este mércores estaremos na tertúlia literária organizada pola FNAC para falar do livro “masculino singular” http://www.lau2.org/novela.htm, o seu autor, Pedro A. Ramos, invitou às maribolheras a participar com el no encontro literário, que terá lugar às 19.30 h.

III ROTEIRO DA VERGOÑA. Sábado 5 de Xullo as 12:00 horas

Quarta-feira, Julho 2nd, 2008

O Mago Antón fará ‘desaparecer’ a simboloxía franquista

Texto. Redacción A Nosa Terra.org

O vindeiro sábado, a Comisión pola Recuperación da Memoria Histórica da Coruña celebra a Terceira edición do chamado ‘Roteiro da Vergoña’ no que percorren a aínda ampla simboloxía franquista que sobrevive na cidade. Nesta edición, a novidade estará na participación do Mago Antón, que mediante a maxia fará desaparecer os símbolos da ditadura durantes uns minutos.

Segundo a CRMH: “Despois de que o tema da simboloxía franquista fose tratado polo Pleno de corporación municipal da Coruña en 26 ocasións; despois de que PSOE e PP rexeitaran conxuntamente en numerosas ocasións revogar os acordos que declaraban ao Ditador Franco como Alcalde Honorario, Fillo Adoptivo e Predilectísimo da Coruña; despois de que pasasen 27 anos desde a aprobación dunha lei sobre o escudo constitucional e que continúe o escudo franquista na entrada principal do palacio municipal de María Pita; despois de que o Alcalde se negue á desaparición inmediata da estatua de Millán Astray e siga empeñado na súa exhibición pública nun museo; despois de enviar unha carta en xaneiro de 2008 ao Alcalde da Coruña para que aplique a Lei da Memoria Histórica e retire toda a simboloxía franquista –non unha parte- dunha forma pública e digna, é dicir, por acordo do Pleno da corporación, a Comisión pola Recuperación da memoria Histórica da Coruña decidiu recorrer á maxia para conseguir os seus obxectivos e contará coa colaboración do Mago Antón para suprimir toda a simboloxía franquista da Coruña”.

Nos últimos días, o alcalde da Coruña retirou algúns símbolos franquistas e dixo que se faría cumprir a lei de memoría histórica, mais por agora eses pasos foron apenas perceptibles.