Nom podes faltar ...FRAU DIAMANDA na Corunha!!!
As maribolheras recomendan a asistencia este venres dia 22 as 11 da noite no PATACHIM,
e próximamente no...PUTICLÚ!!!

As maribolheras recomendan a asistencia este venres dia 22 as 11 da noite no PATACHIM,
e próximamente no...PUTICLÚ!!!



Con motivo do Dia da Liberación de maris, bollos, trans e outras disidentes sexuais, saímos à rua baixo o lema "a família nuclear é radiactiva"...
...Por que non podes faltar?
Porque queremos reivindicar e facer presente outras formas de entender os afectos, os corpos e os praceres
Porque queremos unha sociedade livre de etiquetas de xénero, que limitan a nosa imaxinación, a nosa curiosidade e os nosos desexos
Porque queremos berrar: Abaixo as Barbies, Arriba as Barriguitas!
Porque non queremos que as nosas identidades as marquen o capital, os concursos de beleza, a moda DolceGabana ou os gallumbos Calvin Klein
Porque seguimos vivendo unha heterosexualidade hexemónica, onde o modelo de vida que se nos propón é o do matrimónio decente con casa, carro e hipoteca durante 60 anos
Porque boa parte da potencialidade transformadora do movimento gai foi desactivada polo mercado; um mercado que, pese aos seus destellos, fai da vida precariedade. As nosas vidas non teñen nada que ver cos anúncios que saen en Zero ou que se ven por Chueca. As nosas vidas están marcadas polos soldos que non chegan a fin de mes, polas vivendas imposíveis e por un futuro incerto
Porque pese a todo, queremos viver livres, desfrutando, sendo felices e tomando as riendas das nosas vidas
Porque o vamos pasar teta, vai ser un festón e vai arder Corunha!
Porque as ruas son nosas e vamos pintá-las de rosa
Porque as nenas marimachos e os nenos mariquitas seguen a sofrer as burlas e o acoso dos seus compañeiros nos colexios
Porque a homofobia segue a estar presente como forma de discriminación laboral e social
Porque a direita moral segue dando a lata, tratando de impoñer os seus "valores familiares"

Porque pese ao que digan a Igrexa ou Ana Botella, nós reivindicamos follar con quen nos peta
Porque os amores, os afectos e as sexualidades entre mulleres seguen sendo invisíveis, autenticamente invisíveis nesta sociedade: as bolhos e mulheres bisexuais existimos!
Porque queremos mais, muito mais, que unhas tendas e unhas discotecas:
Queremos unha terra marica e un mundo bolhero. Queremos construir, aqui e agora, outros modelos de sociedade, outras formas de relacionar-nos, outras maneiras de viver e de amar
MARIBOLHERA NON É UNHA ETIQUETA: É UNHA DESORDE GLOBAL
Sábado 30 de xuño. Saída às 19'30 do Campo da lenha (Pza de españa)
*maribolheras.blog.com *invisibeis.blogaliza.org *aderiva.net



28 Junho
Convocamos três dias de reflexom, experimentaçom e luita ao redor das sexualidades precarizadas e dos géneros dissidentes: palestras, manifa (dia 30), projecçons de cinema queer e pós-porno, performances, música, teatro,... e festa, muita festa! Em breves colgaremos o programa, estade atentas! Por suposto sempre haverá um oco para qualquer iniciativa ou actividade que proponhas e organices....paticipa ti também!

MANIFESTO MARIBOLHI
Maris, bolheras, trans, dissidentes da sociedade de géneros, proscritas das normativas...na rua outra vez na procura dumha cidade nom normativizada, libertária e libertina!!
Nesta sociedade do pós-espectáculo na que se normativiza a trampa definitiva contra a luita pola liberdade sexual: o matrimónio lesbi-gai, umha teórica permissividade com a promiscuidade, umha aparente superaçom da moralidade eclesiástica (que tem como referente o nom tam lonjano franquismo), umha pequena apertura da censora mam do estado, resulta nom só insuficiente mas insultante para umha sociedade na que, cada vez mais a regra hetero-homo, binómio em excesso reducionista, que planteja como válidas determinadas práticas sexuais (e polo tanto nom outras), mas que nom pom em qüestom a forma família, a forma fidelidade, a forma parelha,... e todo aquilo que condena às relaçons sexuais e afectivas entre iguais a um simples jogo de roles sociais, que se conjuram no plano do mediático (tanto micro como macro), e polo tanto reduzem ao mínimo o aspecto físico, o terreno do prazer e da emancipaçom por meio do nosso corpo como representaçom da nossas subjectividades transgressoras.
A igualdade gai e lésbica que se nos propóm, a do matrimónio, a do consumo rosa, a do fashion victim, nom som mais que partes do regimem heteronormativo: espelhos da família nuclear, do regimem sexual que organiza e amordaza corpos desejos e prazeres. Mas nom nos conformamos. Hai que rachar esse teito de cristal.
Reivindicamos entom a necessidade de viver fora da regra, fora da norma (excluinte). Reivindicamos o direito à resistência sexual e social fora das estruturas estancas do capitalismo (rosa).
Maribolheras Precárias somos um colectivo que nasce na Corunha Outsider, na Corunha que cabalga nas noites do prazer e a rebeldia; nos dias da intervençom biopolítica. Somos um colectivo que pretende cortocircuitar os nodos da hetero-homo-norma neoliberal libertando as nossas vidas e a nossa (nom) economia mediante a fricçom, o desejo e a alegre insurrecçom.
Ante todo isto estaremos nas ruas. Estamos e estaremos accionando um fim de semana de luita, carne e golpes de anelo de liberdade.
frente à família nuclear.....liberdade total!!!

ATENÇOM, novo video das nossas queridas amigas MARIÑA DORS DOS,
Pepa queremos formar umha familia nuclear contigo !!!!
http://youtube.com/watch?v=PKOkAT_rnQU
"cerdos bujarras"
"mierda gais"
"iros de aqui"
"morireis"

Som pintadas que hai umhas semanas aparecerom nas fachadas dalguns locais do bairro de Monte Alto, na Corunha. Nom som momentos de entrar em nengum tipo de comentário. Nom ameaçamos, mas tende cuidadinho. Hai muitas cadeiras de rodas berrando por transportar algum facha homófobo.
Comentários Recentes
Que significa libertaçom transmaribolle
Muitíssimas
Acción solid