
O-Virgadas! Dani pola info.
Este é o primeiro dunha serie de actos entre os que se encadran pases de cinema, documentarios, unis populares, etc…
+info: http://galiza.indymedia.org/gz/2007/09/12443.shtml e http://antisgae.blogaliza.org/

O-Virgadas! Dani pola info.
Este é o primeiro dunha serie de actos entre os que se encadran pases de cinema, documentarios, unis populares, etc…
+info: http://galiza.indymedia.org/gz/2007/09/12443.shtml e http://antisgae.blogaliza.org/

Oficialmente mantinha-se até hai pouco que a causa do falecimento de Yasser Arafat fora o envenenamento. O descobrimento de VIH no sangue de Arafat levou ao seu médico pessoal a afirmar, num primeiro momento, que a Arafat lhe injectaram o virus -ademais de envenená-lo-.
Agora o seu médico pessoal, Ashraf Kurdi, acava de mudar a versom, declarando ao canal árabe Al Jazeera que o ex-presidente palestiniano padecia sida. Al Jazeera cortou imediatamente a emissom em directo após as declaraçons do médico. Mais umha vez, o regimem do secreto.
O que realmente se pretende ocultar é a homossexualidade de Yasser Arafat, que já fora certificada polo chefe dos serviços secretos romenos, Ion Pacepa, quem dá conta nas suas memórias das relaçons que Arafat mantinha com a sua guarda pessoal.
Yasser Arafat, que casou de maneira forçada aos 61 anos (ao estilo Rajoi ou Rita Barberá), teria contraido VIH a finais da década dos 80.
À margem disto, nom podemos esqueçer que Arafat formou parte dumha classe política palestina déspota e corrupta que, junto com a ocupaçom israelita, afoga diariamente à gente palestina. Baixo o seu mandato pouco se moveu a situaçom de gais e lésbicas na palestina, eternamente suspeitosos, e condenados a umha perseguiçom terrível. Arafat amasou umha fortuna pessoal cifrada em 1500 milhons de euros, desvidada especialmente das ajudas europeias.
Susana Outeiro falaranos dos campesinos/as ecuatorianos da zona, que están despostoss a loitar polo que creen, despois de varios anos de conflito. Campesinos e campesinas amenazados/as, denunciados/as e perseguido/as polos empleados da mineira Ascendant Cooper, en un intento de acallar as protestas contra a concesión mineira.
NOM PODES FALTAR. HOJE 12 DE SETEMBRO NO CENTRO SOCIAL ATREU! AS 8:30 do seram.
Enlace del documental ‘La Ruta del Cobre’ presentado en el concurso internacional ‘lifeonterra’ y ganador de tres premios. Está en ingles pero hay testimonios en ecuatoriano muy significativos. Se puede ver la riqueza natural de la zona y el sentimiento de protesta contra la minería.
http://lifeonterra.
En este otro enlace se pueden ver paramilitares contratados por la minera Ascendant Cooper empleando la violencia para pasar por un control antiminero puesto por los pobladores de Junin para que no entren en su comunidad.

mais info sobre os neocon que chegan nestes tempos para curar a homosexualidade na nova web de PIA DE TOLOMEI

Do 5 ao 7 de Outubro em Belgrado terá lugar o Queer Beograd Festival
Este ano o festival centra-se no Trabalho Sexual e nas temáticas Trans. Podes enviar-lhes colaboraçons escrevendo para queerbeograd@yahoo.co.uk
QueerBeograd é um grupo de pessoas que decidiu plantar-se ante a violência:
-Porque a 1ª tentativa de organizar a Pride Parade em Belgrado no 2001 foi bloqueada por um grande grupo de homofóbicos e violentos hooligans.
- Porque este tipo de violência é o resultado de políticas de guerra, clericalismo, nacionalismo, militarismo e machismo que forom a corrente dominante na política Sérbia durante os últimos 15 anos.
- Porque a segunda tentativa LGBTTIQ de realizar comunidade e políticas vissíveis nas ruas de Belgrado no 2004 tivo de ser cancelada porque os organizadores, mais umha vez, nom podiam garantir a segurança dos participantes.
- Porque o estado e os seus cidadáns mantenhem-se ignorantes ante os problemas da populaçom LGBTTIQ y todos aqueles que som “diferentes”.
- Porque se abusa dos Direitos Humanos a diário.
Queremos construir excitantes cooperaçons entre gente a níveis internacionais e locais, passá-lo bem e promover políticas queer.
Neste contexto ser queer significa rechaçar regras sociais e constantemente re-pensar e questionar as normas dadas por supostas da tradiçom patriarcal.
Criar um espaço além das rígidas caixas da sexualidade homo ou hetero, permitindo a cada um o “privilégio” da autodefiniçom.
Durante semanas, diversos comerciantes da Área Comercial Obelisco levam semanas caldeando o ambiente contra os vendedores sem papéis que trabalham a diário na Rua Real. Que se dam má imagem, que se lhes tapam os escaparates, que se som ilegais, que se a polícia nom fai nada, que se nom tenhem papéis, que se bla, bla, bla.
O perigo e o intolerável de todo isto nom está tanto no que dim como no que subjaz a esse discurso: isso é realmente o que nos preocupa. Pedir a gritos a intervençom policial contra umhas pessoas que tratam de ganhar-se a vida como podem implica outras qüestons. Implica associar migraçom com delinqüência. E nós dizemos, a migraçom é um direito (ou umha necessidade) universal, nom um delicto.
Em todo o ocorrido hai racismo e fascismo. Por que nom denúncia Antonio Amor (presidente da AC Obelisco) a situaçom de exclussom intolerável na que estám essas pessoas sem papéis, por que nom reivindica os direitos que devem ter?
Porque nom lhe importa. Nom lhe importa a penúria que estám a passar estes rapazes senegaleses para poder enviar às suas famílias algo co que ir subsistindo. Claro, o que importa é a “boa imagem” da rua. Mui boa imagem nom está a colher, desde logo, com declaraçons como as de Antonio Amor.
Também hai muita hipocrisia. Estamos seguras de que se a polícia entrara durante a rázzia nalgum desses comércios estaria soando no fio musical mais dumha cópia pirata.
PILI CARRERA É ILEGAL!
A acçom policial do outro dia, que se saldou coa detençom de 12 migrantes nom só nom acalou as vozes dos curuñesesdetodalavida da pailana Rua Real, senom que os envalentonou. Antonio Amor alegrava-se das detençons e ameaçava cum “apagom de toda a rua” como os migrantes volvesem…
que vam apagar? os escaparates? que os apaguem!!!
Hoje perto dum cento de pessoas concentramo-nos na Rua Real, e colgou-se umha faixa que chamava ao boicote à Área Obelisco. Alguns dos empressários “gallitos” que se “lucirom” coas declaraçons mais fascistas aos média, como o propietário de “FOSCO”, hoje fechava as suas portas ao passo da manifestaçom. A gente concentrou-se posteriormente diante do jornal La Opinión, que fixo de altavoz, e sem o mais mínimo equlíbrio nem contraste, das declaraçons mais exaltadas. O director do jornal deveria fazer autocrítica da sua linha editorial neste tema.
Devemos seguir pressionando. Individual e colectivamente. Devemos mobilizar-nos para se sintam incómodos, que isto tenha um custo nas suas vendas. E os associados da Área Comercial Obelisco deveriam solicitar a demissom do seu presidente, se nom querem ver-se representados nas declaraçons desse senhor.
Já sabedes onde nom comprar
A Rua (Real) é de todas. Também d@s clandestin@s!


r/Real corunhesa :: 21:00h ::
A comunidade migrante sigue amosando resistencia á vileza das que pretenden negarlle o acceso a esta rúa. Activistas do CS A Treu! e as Invisibeis comunícanlles que se vai a realizar unha acción a modo de contestación á actuación policial do pasado mércores e ás suas responsabeis.
*****Para o vindeiro luns hai convocada unha deriva transfronteiriza que partirá ás 20:00h do Teatro Rosalía de Castro.