Quarta-feira, Novembro 29, 2006

DIVERSOM E PERVERSOM no maribingo do novo Alfaiate

 

 

Escrito por maribolheras em 02:47:06 | Link permanente | Comments (0) |

Sexta-feira, Novembro 24, 2006

MARIBINGO NO NOVO ALFAIATE

MARIBINGO MARTES 28 NOVEMBRO

NOM TE PODES PERMITIR FALTAR AO TRADICIONAL MARIBINGO

  EM UM NOVO ESPAÇO DE DIVERSOM E PERVERSOM, O NOVO ALFAIATE

CONTA-LHO ÀS TUAS 80 MELHORES AMIGUINHAS!!!

NOM PODES FALTAR

Escrito por maribolheras em 15:07:38 | Link permanente | Comments (0) |

Quarta-feira, Novembro 22, 2006

interferências

Já está em marcha o projecto interferências, umha exposiçom em transformaçom permanente que começará a mutar (n)o próprio espaço do Centro Social Autogerido Atreu!. Umha multiplicidade de expressons políticas e vitais ao redor das experiências do hacktivismo, precariedade/mayday, movimento queer, migraçons, centros sociais, antimilitarismo, okupaçom, cartografias, yomango...


A exposiçom pretende constituir-se como um laboratório de hibridaçom e rekombinaçom de todas aquelas que fazemos parte de esta galáxia antagonista, tezida com afectos rebeldes.


Escrito por maribolheras em 13:44:18 | Link permanente | Comments (0) |

Segunda-feira, Novembro 20, 2006

Blanca Castilla de Cortázar: umha homófoba, católica e inquisidora em pé de guerra

"Parece-me que os homossexuais utilizam os nenos para abusar deles"

Blanca García de Cortázar, Secretária Geral da Academia de Doutores, antropóloga e Doutora em Filosofia e Teologia


"As lésbicas preocupam-me menos, mas os tios carnaça parecem-me mui preocupantes para os nenos. É a minha discreta opiniom. Parece-me que os homossexuais utilizam os nenos para abusar deles", declarou a Europa press perguntada acerca dos resultados do estudo 'La infancia en cifras', apresentado onte pola secretária de estado de serviços sociais Amparo Valcarce, com motivo do Dia Internacional da Infáncia.

O informe revela umha grande diminuiçom dos nenos que vivem no seio de um matrimónio convencional e o aumento dos que se criam com parelhas de facto, famílias monoparentais e homossexuais, caso este último no que, de 1991 a 2001, passarom de 600 a 2200 no conjunto do estado espanhol.

Segundo explicou Castilla de Cortázar "do ponto de vista antropológico um neno precissa o carinho da sua nai, do seu pai e o que ambos progenitores tenhem entre eles". A homófoba Blanca, profesora do instituto Juan Pablo II, participou este fim-de-semana no congresso Católicos y Vida Pública, onde qualificou de "desastre" o crecimento dos nenos que vivem em famílias monoparentais: "isto é levar a Espanha a um precipício", afirmou.

O problema gordo, engadiu, e que "existam nenos que vivam com parelhas homossexuais, nom tanto de lésbicas, porque o amor entre duas mulheres é mais psicológico, de companha e de amizade; vivem a afectividade de umha maneira mais espiritual" (sic) Será que as bolhos nom folhamos?

"O que me preocupa é a parte de como vivem a sexualidade os homens carnalmente (...) um faz de mulher e outro de homem, um de débil e outro de forte. Todo isto é umha barbaridade antropológica e os nenos ai correm grave risco, nom pola parte débil do homem (...) mas sim do que faz de forte, que pode colher ao neno como débil e abusar del".

http://es.news.yahoo.com/18112006/4/secretaria-general-real-academia-doctores-dice-gays-varones-ninos-abusar.html

Escrito por maribolheras em 15:47:54 | Link permanente | Comments (1) |

Terça-feira, Novembro 14, 2006

apoia a cultura livre, apoia os Centros Sociais!!!

La kermes (ex-hechos contra el decoro) chegam à Galiza dentro dumha gira em apoio a colectivos e espaços sociais. Na Galiza, duas charlas sobre cultura livre e dous concertos...."Sera que ya esta siendo"
A semana que vem aterram no nosso país o grupo madrilenho LA KERMES como primeira visita à Galiza para apresentar o seu novo disco dentro da gira Imposibles tour 06 abajo a la izquierda. Este grupo, nascido hai uns meses e formado, entre outros, por membros do grupo Hechos contra el decoro ("el ruso", Andres Belmonte e Eva Reina), ou o bateria de Begoña Bang Matu, apresentam um disco cheio de ritmos mestiços indo desde o pop ao ska passando polo hip hop mais contestatario, com colaboraçons de Amparanoia ou Fermin Muguruza. O concerto faz parte de umha gira que estám dando por todo o estado para apoiar a colectivos.


Aparte, virám acompanhados por Guillermo Zapata (experto em copileft, um dos membros fundadores do indymedia Madrid, membro da assembleia de sin dominio,…) para dar umha palestra sobre a cultura livre, os direitos de autor e as licências creative comons acompanhado polo Ruso (ex hechos contra el decoro).

LaKermés falarám sobre copyleft numha palestras que baixo o título `cultura livre e licencias copyleft´ terá lugar no atreu! a própria 6ª (venres) 17 de novembro as 20:00.

O concerto é o mesmo dia 17 as 00:00 na sala Playa Club.

Na Corunha com a colaboraçom do CSAtreu! apoiarám umha iniciativa que já vem cumprindo 2 anos por estas datas. Este concerto é economicamente importante para o atreu! pois -como sempre- nom passamos polo melhor momento económico.

Em Vigo o sábado 18 de novembro na Iguana às 24 h.
Charla sobre cultura livre e copileft as 19 no CS A Revolta


Aposta polos espaços sociais!
Apoia os espaços liberados!
Um, cem, mil Centros Sociais!
Apoia a cultura livre!
CS ATREU

(Descarrega o seu disco gratis em  http://www.lakermes.info/wordpress2/?cat=5 ou na tenda de discos)
Escrito por maribolheras em 16:57:59 | Link permanente | Comments (0) |

Domingo, Novembro 12, 2006

Queerifada

"(...) O acordo com a polícia e os ultra-ortodoxos nom é um compromisso, mas umha rendiçom. Nom hai diferença entre 'nom manifestar-se' e 'fazede o que queirades, mas nas vossas casas trás os armários fechados'. Em ambos casos somos eliminadas da rua, e confinadas num espaço valado, militarizado e o pior de todo: invisível. Isto é umha derrota para a nossa comunidade, para a democracia e para os direitos humanos. Aqueles que se opunham à manifestaçom sentirám-se vencedores....Mas isto nom tém por que ser assim. Nom precissamos da polícia ou da Corte Suprema para luitar polos nossos direitos. A mudança começa quando as wo/men erguem-se e declaram: aqui estamos e permanecemos, e nom vai ser de outra maneira".

Comunicado queer chamando a manifestar-se por Jerusalém péssie à proibiçom

 
Chega-nos a crónica de um compa participante na mani queer de Jerusalém:
 
STONEWALLED, por David Sheen. Traduzido por Perralheiras Press
 
Eles ganharom. O eixo do mal ganhou a guerra hoje. Onte, o paráguas da organizaçom gai maioritária rendiu-se às ameaças de morte homófobas e cancelou a marcha do Orgulho de Jerusalém. Os judeu-fascistas conseguirom meter aos gais num guetto, um estádio fechado onde simpatizantes hetero fizerom apaixoados discursos predicando toleráncia e pouco mais. Eles prometerom polícia para impedir qualquer ataque no orgulho gai em qualquera das ruas da cidade; eles venderom à comunidade queer metendo-a no armário.
 
Um pequeno grupo de marikas e bolhos radicais que se sentiam traiçoados, assustados e cagados, mas mui orgulhosos de estar à margem, dedidirom reclamar as ruas péssie a todo. A cita era num parque público da cidade. Mas antes de que puderam organizar a saída da manifestaçom, religiosos de extrema direita botarom-se acima deles sinalando-os e insultando-os de maneira mui agressiva. Em um minuto, os mídia começarom a fazer fotos e depois de outros 60 segundos a polícia ocupante de fronteiras israelita acordoou-nos, igual que o silêncio da maioria. Rodearom-nos para obrigar-nos a sair fora do parque pola beira das ruas.
 
Umha vez fora do parque foi mui fázil para eles imobilizar-nos e carretar-nos até um grande autocarro com barrotes nas janelas, detidos. Tiverom-nos horas dentro, até que começarom a sacar-nos e a interrogar-nos. Advertirom-nos de que se marchávamos de Jerusalém antes do serám nom seríamos processados. Nom éramos acusados de nengum delito, assim que nom teríamos que fazer frente a um tribunal, mas isto botou abaixo as velas do nosso arco íris. Os homófobos perseguirom aos marikons para botá-los fora da cidade, e a polícia aportou um eficiente apoio logístico aos homófobos.
 
Eu aprendi hoje um par de liçons. Umha, a Open House de jerusalém e os seus autoproclamados líderes pode que sejam homossexuais, mas comportam-se como heteros, e definitivamente nom som queers. Se fossem algum tipo de fruta seriam como a fruta-dragóm: para aqueles que a conhecedes, rosa por fora, e branca por dentro. Duas, se queres prestar declaraçom, nom sejas um pequeno divertimento para os teus oponhentes. nom hai necessidade de falar. Tam só colhe na tua mam um grande facho. A propaganda é realmente produtiva. Quando eles incitam aos seus correligionários a matar-nos nas ruas, nom fales ou nom ponhas a outra bochecha: queima a puta Open House diante dos seus narizes.

Queerifada
þ2006

Se tes interesse em conhecer mais coisas do movimento queer palestino-israelita podes botar-lhe um olho a esta entrevista que publicam as nossas compas de FugaEmRede:

http://palestina.fugaemrede.info/index.php?option=com_content&task=view&id=31&Itemid=49

Escrito por maribolheras em 00:46:40 | Link permanente | Comments (0) |

Sábado, Novembro 11, 2006

Jerusalém também é marica, bolhera e palestina!!!

Onte 10 de novembro tivo lugar o IV Gay Pride de Jerusalém, precedido de umha semana de violência homófoba desencadeada polos seitores ultraortodoxos da cidade. O vaticano também protestou energicamente para que se impedira a marcha, alegando o carácter "santo" da cidade. A organizaçom gai convocante, Open House, pactou com as autoridades desconvocar a marcha para celebrar no seu lugar um festival no estádio do campus da cidade, ao que acodirom umhas 4000 pessoas. Vários ultraortodoxos camuflados forom detidos nas aforas do estádio, portando coitelos. Outro ultra logrou entrar no estádio.

Pola sua parte, o colectivo queer Black laundry (Trapos Sujos) animou a manifestar-se polo percorrido proibido, reivindicando um jerusalém para tod@s, e solidarizando-se com Beith Hanum, a vila de Gaza na que tivo lugar a masacre na que o exército assasinou a 19 pessoas de umha mesma família. A polícia israelita impediu a saída da manifestaçom e detivo a umhas 30 pessoas. Desde hai anos, o movimento queer trabalha em israel contra a ocupaçom da Palestina, estabelecendo alianças insólitas nos Territórios Ocupados e abrindo espaços de relaçom comum e de afecto rebelde entre judeus e palestinos.

Umha onda de violência homófoba tomou jerusalém as noites prévias à marcha

30 activistas de Balck laundry forom detidas


Jerusalém também é marica, bolhera e palestina!!!

...e este é um jogador do Beitar de Jerusalém, do que desconhecemos o nome porque nom gostamos muito do fútebol mas....estaria na marcha?


 

 

Escrito por maribolheras em 08:14:37 | Link permanente | Comments (1) |

Domingo, Novembro 05, 2006

O NOJO DE NURIA VAN DEN BERGHE

O seguinte artigo escreveu-no a homófoba Nuria Van Den Berghe para o jornal El Pueblo de Ceuta o 24 de outubro de 2006; é pura apologia da homofobia. O seu artigo de opiniom titula-se EL HOMÓFOBO.

El "Homófobo"

Me pregunto yo si se dice en correcto castellano “homófobo” o “mariconófobo”. Reflexiono y medito, valorando si utilizar en el tema mi mente brillante y clarificadora. Y decido que sí. Porque no me gustan los dengues ni la palabrería insulsa parida en aras a un idioma “políticamente correcto” que más bien debería denominarse “hipócritamente correcto”. El homófobo es quien le tiene fobia al hombre y no se por que se apropian los maricas del copyright de esa fobia para aplicársela a toda conducta que ellos consideren poco delicada para con su condición sexual, poco delicada o abiertamente hostil, que de todo hay. Cuando hay revolica con mariquitusos de por medio se debería hablar, utilizando el español en toda su amplitud y su enjundia de mariconeríafobia y a los fóbicos tildarles de mariconófobos.

¿Qué por que no digo “gay” que es más finolis? Porque aborrezco ser pretenciosa y detesto esos anglicismos pijoteros con los que se intenta amariconar el lenguaje y nunca mejor dicho. ¿Que cual es el fin que persigo con mi madura reflexión? No. Yo no persigo nada. Tan solo quería comentar lo acontecido en ese bar sevillano, en el que estaban desayunando y leyendo el periódico dos mariquitas, entre beso y beso y magreo y magreo. Y claro , se armó la que se armó, con el dueño echándoles a la puta calle y los maricas llamando a la policía para acusar al tabernero de “homófobo” y acabar todos ayer en los Juzgados en plan juicio rápido. Con movilización de la plataforma de gays, es decir, sarasas y lesbianas, término que tiene su origen etimológico en los rituales y mañas de las sacerdotisas de la isla griega de Lesbos y es como se les dice, con finura, a las tortilleras de toda la vida, llamadas también “tortis” o machorras. ¿Qué que opino yo que pasó? Pues yo creo en la versión del dueño del establecimiento, me figuro a los dos maricas en la terraza, demostrándose sus amores y sus ardores y el público del bar con el estómago revuelto, porque, mea culpa y que Nuestro Señor, por intercesión de San Josemaría Escrivá, perdone mi falta de caridad, a muchos ciudadanos, entre quienes me cuento, nos da pechá de repugnancia el ver a dos tíos morreandose. Un poner, yo me estoy tomando una tostada, con su zurrapilla de lomo y sorbiendo mi cafelito sin molestar a nadie, con educación y con respeto y veo a dos tíos tentándose las partes pudendas mutuamente y me da un asco que me muero.

Y no es que tan solo me de asco. Que me da. Sino que yo exijo de esos tipos y de sus derechos y de sus libertades que me respeten a mí y a mi sensibilidad y las sensibilidades de las madres que estemos con nuestros hijos desayunando y la de los niños y la de los jubilados. Y la de la Humanidad entera que no tiene por que soportar efusiones repulsivas que, los maricas, deben guardar para la intimidad y no pasarse tratando de ir dando el cante por la vía pública para demostrarnos a todos que tienen “muchísimos” derechos y que, el ser sarasón, que se note y alardear de mariconería, es una especie de mérito y de acto honroso demostrativo de sus libertades.

Yo digo: “Vale, maricones. Vosotros tenéis vuestros derechos y yo los míos y si me ofenden y me molestan las exhibiciones de sexualidad gratuitas porque las considero escandalosas y de un gusto inmundo, tengo derecho a que, mi sensibilidad sea respetada, de lo contrario, maricones de mis entretelas, la demostración explícita de vuestras libertades tengo que considerarlas como una agresión en mi contra, agarrar una silla y meteros un silletazo” ¿Qué meter silletazos es “muy” incorrecto? No. Incorrecto es que yo vomite mi mollete antequerano con zurrapilla de lomo y que, encima, lo tenga que pagar. Además con la silla de plástico es más la impresión que el impacto ¿Qué murmuran? ¿Qué el dueño del bar sacó de detrás de la barra un palo para echar a los besucones? Eso es que el hombre se sintió faltado al respeto y se ofendió.

¿Qué el del bar y servidora somos unos retrógrados? Bueno. Puede ser. Pero si ser “moderno” es aplaudir el que dos tíos se coman la boca en público y delante de niños prefiero mi retrogradez y no soy mariconófoba, pero me repatean los huevos quienes hacen bandera de su condición sexual, la publicitan, la proclaman y salen de un armario del que nunca hemos salido los heterosexuales porque no es necesario. Ni los heterosexuales, claramente discriminados por el stablishment tenemos Día del Orgullo Heterosexual, ni hacemos alarde sistemático de nuestra condición, por respeto y por un mínimo de educación y de normas sociales.

¿Qué me quedo anticuada? No. Conozco al dedillo la historia de la homosexualidad desde el tiempo de los griegos y de los romanos, el tema de la predilección por los efebos me parece pedofilia pura y dura, los eunucos persas me parten el corazón y de la bíblica Sodoma procede el término sodomía. Nada inventan los de ahora que no esté ya inventado, ni hacen con sus traseros nada extremadamente meritorio que no se haya antes hecho. Ni que se haya dejado de hacer por minorías camufladas por los siglos de los siglos. Soy católica y como católica respeto a todo quisque, pero sigo al dedillo la doctrina de mi religión y pienso que, las tendencias, son para la más estricta intimidad y si, la tendencia, te aparta de la normalidad aceptada y quieres llamarte cristiano, te haces un nudo en el pito y piensas en temas más interesantes que el folleteo, que los hay. Por ejemplo la astrofísica , la filosofía y el autocontrol derivado del Zen. ¿Qué eso es represión? OK, pero les digo una cosa por si no han visto el espectáculo lamentable de las carrozas y las algaradas del llamado Día del Orgullo Gay y es más, para decirlo copio a un ser humano con auténtica clase como Antonio Gala :No es lo mismo reivindicar derechos que hacerlo vestidos de hawaianas. Yo añado , no es lo mismo reivindicar derechos que hacerlo enseñando el culo vestidos de monjas desde una carroza. Primero porque, la vista de un usado y peludo trasero es lo menos motivador del mundo y segundo, porque si van vestidos de monjas para zaherir a los cristianos lo mismo topan con algún católico que se sienta aludido y el del culo peludo acaba descalabráo. Y no es mariconeríafobia, es, sencillamente, una cuestión de clase y de respeto. Ellos quieren que se les respete, pero respetan poco con sus exhibiciones de infinito mal gusto. Y así empezó el Imperio Romano a decaer por la inmoralidad de sus comportamientos, hasta que llegaron los rubicundos bárbaros que eran más bestias que un aráo y no entendían de finuras y se los cargaron. ¿Qué en Egipto meten a los maricas en la cárcel? Bueno, es otra civilización y hay que respetar todas las sensibilidades. ¿Qué si el del bar y yo somos homófobos? No. Pero mi zurrapilla de lomo me la quiero tomar en paz y no presenciando los lametones de dos tíos. A mí, que Dios me perdone, me da asco.
el teléfono y fax del diario el pueblo de ceuta.TLF: 956514367, FAX: 956517650
La irresponsabilidad de que este tipo de opiniones tengan cabida en este diario es de
director:
Antonio Gómez
Tlfno: 956-514367
Fax: 956-517650
Email: ELPUEBLOREDACCION@telefonica.net


nuria la homófoba
Escrito por maribolheras em 13:11:08 | Link permanente | Comments (7) |