DIVERSOM E PERVERSOM no maribingo do novo Alfaiate


















MARIBINGO MARTES 28 NOVEMBRO
NOM TE PODES PERMITIR FALTAR AO TRADICIONAL MARIBINGO
EM UM NOVO ESPAÇO DE DIVERSOM E PERVERSOM, O NOVO ALFAIATE
CONTA-LHO ÀS TUAS 80 MELHORES AMIGUINHAS!!!
NOM PODES FALTAR

Já está em marcha o projecto interferências, umha exposiçom em transformaçom permanente que começará a mutar (n)o próprio espaço do Centro Social Autogerido Atreu!. Umha multiplicidade de expressons políticas e vitais ao redor das experiências do hacktivismo, precariedade/mayday, movimento queer, migraçons, centros sociais, antimilitarismo, okupaçom, cartografias, yomango...

A exposiçom pretende constituir-se como um laboratório de hibridaçom e rekombinaçom de todas aquelas que fazemos parte de esta galáxia antagonista, tezida com afectos rebeldes.

"Parece-me que os homossexuais utilizam os nenos para abusar deles"
Blanca García de Cortázar, Secretária Geral da Academia de Doutores, antropóloga e Doutora em Filosofia e Teologia

"As lésbicas preocupam-me menos, mas os tios carnaça parecem-me mui preocupantes para os nenos. É a minha discreta opiniom. Parece-me que os homossexuais utilizam os nenos para abusar deles", declarou a Europa press perguntada acerca dos resultados do estudo 'La infancia en cifras', apresentado onte pola secretária de estado de serviços sociais Amparo Valcarce, com motivo do Dia Internacional da Infáncia.
O informe revela umha grande diminuiçom dos nenos que vivem no seio de um matrimónio convencional e o aumento dos que se criam com parelhas de facto, famílias monoparentais e homossexuais, caso este último no que, de 1991 a 2001, passarom de 600 a 2200 no conjunto do estado espanhol.
Segundo explicou Castilla de Cortázar "do ponto de vista antropológico um neno precissa o carinho da sua nai, do seu pai e o que ambos progenitores tenhem entre eles". A homófoba Blanca, profesora do instituto Juan Pablo II, participou este fim-de-semana no congresso Católicos y Vida Pública, onde qualificou de "desastre" o crecimento dos nenos que vivem em famílias monoparentais: "isto é levar a Espanha a um precipício", afirmou.
O problema gordo, engadiu, e que "existam nenos que vivam com parelhas homossexuais, nom tanto de lésbicas, porque o amor entre duas mulheres é mais psicológico, de companha e de amizade; vivem a afectividade de umha maneira mais espiritual" (sic) Será que as bolhos nom folhamos?
"O que me preocupa é a parte de como vivem a sexualidade os homens carnalmente (...) um faz de mulher e outro de homem, um de débil e outro de forte. Todo isto é umha barbaridade antropológica e os nenos ai correm grave risco, nom pola parte débil do homem (...) mas sim do que faz de forte, que pode colher ao neno como débil e abusar del".
"(...) O acordo com a polícia e os ultra-ortodoxos nom é um compromisso, mas umha rendiçom. Nom hai diferença entre 'nom manifestar-se' e 'fazede o que queirades, mas nas vossas casas trás os armários fechados'. Em ambos casos somos eliminadas da rua, e confinadas num espaço valado, militarizado e o pior de todo: invisível. Isto é umha derrota para a nossa comunidade, para a democracia e para os direitos humanos. Aqueles que se opunham à manifestaçom sentirám-se vencedores....Mas isto nom tém por que ser assim. Nom precissamos da polícia ou da Corte Suprema para luitar polos nossos direitos. A mudança começa quando as wo/men erguem-se e declaram: aqui estamos e permanecemos, e nom vai ser de outra maneira".
Comunicado queer chamando a manifestar-se por Jerusalém péssie à proibiçom


Se tes interesse em conhecer mais coisas do movimento queer palestino-israelita podes botar-lhe um olho a esta entrevista que publicam as nossas compas de FugaEmRede:
http://palestina.fugaemrede.info/index.php?option=com_content&task=view&id=31&Itemid=49
Onte 10 de novembro tivo lugar o IV Gay Pride de Jerusalém, precedido de umha semana de violência homófoba desencadeada polos seitores ultraortodoxos da cidade. O vaticano também protestou energicamente para que se impedira a marcha, alegando o carácter "santo" da cidade. A organizaçom gai convocante, Open House, pactou com as autoridades desconvocar a marcha para celebrar no seu lugar um festival no estádio do campus da cidade, ao que acodirom umhas 4000 pessoas. Vários ultraortodoxos camuflados forom detidos nas aforas do estádio, portando coitelos. Outro ultra logrou entrar no estádio.
Pola sua parte, o colectivo queer Black laundry (Trapos Sujos) animou a manifestar-se polo percorrido proibido, reivindicando um jerusalém para tod@s, e solidarizando-se com Beith Hanum, a vila de Gaza na que tivo lugar a masacre na que o exército assasinou a 19 pessoas de umha mesma família. A polícia israelita impediu a saída da manifestaçom e detivo a umhas 30 pessoas. Desde hai anos, o movimento queer trabalha em israel contra a ocupaçom da Palestina, estabelecendo alianças insólitas nos Territórios Ocupados e abrindo espaços de relaçom comum e de afecto rebelde entre judeus e palestinos.

Umha onda de violência homófoba tomou jerusalém as noites prévias à marcha



30 activistas de Balck laundry forom detidas


Jerusalém também é marica, bolhera e palestina!!!

...e este é um jogador do Beitar de Jerusalém, do que desconhecemos o nome porque nom gostamos muito do fútebol mas....estaria na marcha?

| Antonio Gómez | |
| Tlfno: | 956-514367 |
| Fax: | 956-517650 |
| Email: | ELPUEBLOREDACCION@telefonica.net |
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