Homofobia brutal e conivência policial em Sao Paulo
Ali, 39 anos, professor de filosofia na Universidade de Sao paulo (Brasil), receveu umha brutal malheira na Alameda Santos por parte de umha banda de homófobos na madrugada do passado sábado, 11 de fevereiro. Polícias militares dum destacamento mui próximo eludirom o socorro afirmando que o caso estava "fora da sua jurisdicçom".
Não se cale!
Este 23 de fevereiro terá lugar em Sao Paulo umha manifestaçom de protesto com a que se inícia a campanha "Não se cale!", contra a onda de violência homófoba que percorre a cidade paulista. Nas últimas semanas tenhem-se multiplicado os relatos de vítimas da homofobia. Os ataques sucedem-se nos lugares freqüentados por maricas e bolhos. No mês de janeiro, na Praça da República, outra pessoa foi espancada por umha banda de homófobos: perdeu um ril a conseqüência da malheira recebida. Isto ocorreu no mesmo lugar onde o jovem Edson Denis fora malhado até a morte, em 2002.
ESTE 23 DE FEVEREIRO, AS MARIBOLHIS ESIGIREMOS AO CÓNSUL DO BRASIL NA CORUNHA, JESUS GARCIA ROJO, O IMEDIATO CESSE DAS AGRESSONS HOMÓFOBAS E DAS CONIVÊNCIAS POLICIAIS. BASTA!
CHAMA TI TAMBÉM AO CONSULADO: tef 981 29 34 97 Email: consuladobr@mundo-r.com
Mais info em:
http://brasil.indymedia.org/pt/blue/2007/02/373537.shtml
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/02/373292.shtml
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/02/373254.shtml
O serviço telefónico de denúncia de crimens contra homossexuais Disque denúncia homossexual recebeu a passado ano 45 notificaçons de assasinatos de gais, lésbicas e transsexuais no estado de Rio de Janeiro.
Trata-se do maior número desde que o serviço telefónico de denúnicas começara em 1999.
Em 2006 fijerom-se também 506 denúncias de violência que nom terminarom em mortes. Também este foi o maior número registado.
Em cifras absolutas, os homens gais som a maioria das vítimas, sem embargo, proporcionalmente, som assasinados mais travestis e transsexuais.
Os casos de violência homofóbica estám aumentando desde hai anos. Em 1999, quando o serviço de denúncia começou, houvo 10 denúncias de mortes e 188 casos de agressons. Em 2004, os números já creceram para 35 mortes e outras 324 denúncias.




















